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terça-feira, 11 de outubro de 2011

AUDI RS3 DESEMBARCA NO BRASIL POR R$ 298.000

A Audi anunciou oficialmente nesta segunda-feira, 10 de outubro, a chegada do Novo Audi RS3 ao mercado brasileiro. A versão superesportiva do A3, que tem motor de 340 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/hora em apenas 4,6 segundos, será comercializada no Brasil ao preço de R$ 298 mil.
O Audi RS3 Sportback traz debaixo do um potente motor de 2,5 litros turbo de cinco cilindros que produz 340 cv de potência e 46 kgfm de torque disponíveis a impressionantes 1600 rpm. Este propulsor foi eleito recententemente na Europa como o “Motor do Ano” por um juri formado por jornalistas automotivos. O esportivo também conta com transmissão S tronic de sete velocidades e dupla embreagem, tração permanente quattro, rodas de 19 polegadas e parachoques de fibra de carbono com plástico reforçado (carbon-fiber‑reinforced plastic – CFRP).
Este conjunto mecânico permita ao RS3 acelerar de 0 a 100 km/hora em apenas 4,6 segundos enquanto a velocidade máxima de 250 km/hora é limitada eletronicamente. Mesmo com todo este desempenho e pesando 1.575 kg, a Audi informa que o RS3 tem consumo médio de 11 km por litro de combustível e emite 212 g de CO2 por km. Essa eficiência deve-se, em parte, ao funcionamento da bomba de óleo sob demanda e ao sistema regenerativo que recupera energia quando o carro desacelera (KERS).
Para contribuir na estabilidade do esportivo, a suspensão traseira é do tipo four-link, com curso de 1.528 milímetros, e ancorada em um subchassi que tem a habilidade especial para lidar com as forças longitudinais e laterais separadamente. Na dianteira, a suspensão McPherson, também com um subchassi separado, teve o curso ampliado para 1.564 milímetros.
A suspensão esportiva rebaixa o chassis do Audi RS 3 Sportback em 25 milímetros, em comparação ao Audi A3 Sportback. Para garantir a esportividade, o modelo top de linha tem, de série, rodas de alumínio de 19 polegadas e pneus 235/35 (na dianteira) e 225/35 (na traseira). As rodas vêm com polimento e acabamento em titânio, mas há a opção de acabamento preto com detalhes em vermelho.
O sistema de freio vem com discos internamente ventilados com 370 milímetros de diâmetro, na dianteira, e 310 mm, na traseira. Os anéis de fricção dianteiros são perfurados para máxima dissipação de calor, as pinças em alto brilho e ostentam logotipos RS. O Sistema Eletrônico de Estabilização (ESP) oferece um modo Sport e pode ser desligado por completo.
O modelo top de linha da família A3 vem equipado com faróis de xenon plus, spoiler dianteiro além da grade frontal com desenho diferenciado. Na lateral, o RS3 dispõe de para-lamas dianteiros feitos em fibra de carbono com plástico reforçado (CFRP), retrovisores com acabamento em alumínio fosco e um spoiler de grandes dimensões. Um difusor preto brilhante e duas ponteiras de escape elípticas à esquerda acentuam o estilo esportivo na traseira. Os logotipos RS 3 enfeitam a grade dianteira e a tampa do porta-malas.
Na parte interna veículo, o acabamento é totalmente negro. Os bancos dianteiros são esportivos e o volante multifuncional de base plana é revestido com couro e tem acabamentos em alumínio. No quadro de instrumentos, o sistema de informação do condutor pode exibir a pressão do turbo e a temperatura do óleo, assim como um contador de voltas com cronômetro para o caso de utilização do veículo numa pista de corrida.
Os equipamentos de série do Audi RS 3 Sportback incluem sistema de estacionamento traseiro, controle de temperatura, sistema de som Bose e faróis em xenon plus com luzes diurnas em LED.
Segundo a Audi, de agora até meados de 2012, o mercado brasileiro irá receber 20 unidades do RS3 Sportback.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

AUDI A2 CONCEPT É REVELADO

Antes de ser apresentado no Salão Frakfurt, a Audi revelou oficialmente imagens do novo conceito A2, um monovolume com propulsão elétrica.
O motor elétrico do A2 115 cavalos e 27,4 kgfm de torque, e é alimentado por baterias de íons de lítio com autonomia de até 200 km quando carregado por 4 horas.
O monovolume pode atingir até 150 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 9 segundos, pesando 1.200 kg, segundo a Audi.

domingo, 15 de maio de 2011

AUDI A1 - AVALIAÇÃO COMPLETA DO PEQUENO GRANDE ALEMÃO

Atrair o público jovem é uma questão estratégica para os fabricantes de automóveis de luxo. Modelos de marcas como Mercedes-Benz, BMW e Audi normalmente são associados a uma faixa etária mais elevada. Gente já bem estabelecida na vida, que pode pagar um preço além do convencional por veículos que superem os padrões normais de luxo, conforto, tecnologia e esportividade. Mas seduzir e fidelizar as novas gerações dessas famílias abastadas é fundamental para garantir bons negócios no futuro. Essa é a missão do A1, apresentado no ano passado com grande sucesso na Europa – onde há filas de espera para o modelo – e que agora chega ao Brasil.

O preço do A1 – a partir de R$ 89.900 – fica exatos R$ 20.100 aquém do A3 2.0 TFSI S-Tronic, de R$ 110 mil, que até então era o Audi de preço mais baixo no país. É o modelo mais acessível que a marca tem por aqui desde 2006, quando a antiga geração do A3 deixou de ser produzida em São José dos Pinhais, no Paraná. Não é um carro barato – e nem era essa a proposta. Sua meta é apresentar os padrões construtivos, estilísticos, tecnológicos, dinâmicos e de acabamento da marca das quatro argolas para um público jovem que, apesar de bem-sucedido, não está disposto a pagar mais de R$ 100 mil por um automóvel. E nem se sente atraído pelo estilo “patriarcal” dos sedãs e utilitários esportivos ou “matriarcal” das peruas e monovolumes.

O novo hatch de duas portas é compacto – são 3,95 metros de comprimento, 1,74 m de largura e 1,42 m de altura. Ou seja, é 6 cm mais comprido, 9 cm mais largo e 4 cm mais baixo que um Volkswagen Gol. O entre-eixos mede 2,47 m – apenas um centímetro maior que o do Gol Na frente, a ampla grade trapezoidal – parte da atual identidade visual da Audi – ostenta as inexoráveis quatro argolas e é ladeada por faróis de xênon com luzes diurnas de leds, retos em cima e sinuosos na parte inferior. Os leds ajudam a dar aos faróis a aparência de um par de olhos meio franzidos, o que reforça o aspecto “invocado” do carrinho. De perfil, destaca-se a linha do teto em arco, onde a descida abrupta na traseira, em conjunto com o elegante aerofólio sobre o vidro traseiro, ressalta o aspecto esportivo. Na traseira, as lanternas com leds são em forma de asas e integradas à tampa do porta-malas, cuja parte superior é levemente proeminente em relação à parte de baixo, onde fica a placa. Os leds não se restringem aos faróis e lanternas. Eles se tornaram quase uma obsessão da Audi e surgem na iluminação das portas e do teto, nas luzes de leituras, nas luzes para os pés e até nas luzes dos espelhos de cortesia.

Por dentro, o estilo é moderno e “clean”, com volante forrado em couro e bancos em tecido. Uma tela de 6,5 polegadas se destaca no alto do painel. A configuração é de um “2+2” – ou seja, os dois lugares traseiros não são recomendáveis para pessoas altas em viagens longas. Bem de acordo com a moda da customização, quem comprar o A1 poderá escolher se quer o arco do teto em cor contrastante e as cores das saídas de ar internas. Há interface Bluetooth e opções de conexão com celulares e iPods. Como opcionais, são oferecidos sistema de navegação GPS, teto solar panorâmico elétrico, sistema de partida automática sem a chave – com acionamento através de um botão no painel –, sensor de estacionamento traseiro, piloto automático e áudio Bose de 465 watts, com 14 alto-falantes.

Mas nem só de aparência se faz um sedutor – desempenho convincente é fundamental. Isso fica a cargo do motor 1.4 TFSI de quatro cilindros em linha com 122 cv de potência e 20,4 kgfm de torque máximo – disponível entre 1.500 e 4 mil giros – , com sistema de injeção direta de combustível e turbocharger com intercooler. A transmissão automática de sete velocidades S-Tronic tem sistema de dupla embreagem – as marchas ficam pré-engatadas para a troca. Há a possibilidade de utilizar o modo automático na posição S, para trocas em giro mais elevado e desempenho mais esportivo. A troca das marchas ainda pode ser feita manualmente, na alavanca ou através das “borboletas” atrás do volante. Segundo a Audi, o zero a 100 km/h pode ser cumprido em 8,9 segundos e a velocidade máxima é de 203 km/h.

Para reforçar o indefectível marketing “verde” inerente a um modelo tão “antenado” como o A1, o compacto ainda vem com os sistemas Start-stop, que desliga o motor quando o carro está parado para economizar combustível, e Kers, que aproveita a energia das frenagens para reforçar o desempenho do motor. Segundo a Audi do Brasil, já foram comercializadas mais de 600 unidades do A1 no país, mas as entregas começaram esse mês. Estima-se que a fila de espera para comprar o compacto por aqui já ultrapasse os dois meses.

Instantâneas

# O coeficiente de arrasto aerodinâmico do A1 é 0,32 cx.

# O A1 traz de série airbags frontais, laterais e de cortina.

# Em 2010, a Audi vendeu aproximadamente 1.092.400 veículos em todo o mundo.

# A sede da Audi fica na cidade alemã de Ingolstadt.

# Desde a década de 60, a Audi é controlada pela alemã Volkswagen AG.

# Em 2002, a Audi assumiu o controle da marca espanhola Seat.

# A plataforma do Audi A1 é partilhada com o Volkswagen Polo de nova geração, vendido na Europa.

# O A1 foi originado do conceito Metroproject Quattro, exibido em 2007 no Salão de Tóquio.


Ficha técnica Audi A1 1.4 TFSI

Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.390 cm³, quatro cilindros em linha e quatro válvulas por cilindro. Injeção direta de combustível e turbocharger com intercooler.

Transmissão: Câmbio automático com sete velocidades à frente e uma a ré com modo manual sequencial na alavanca ou através de paddleshifts no volante. Dupla embreagem. Tração dianteira.

Potência máxima: 122 cv a 5 mil giros rpm.

Torque máximo: 20,4 kgfm entre 1.500 e 4 mil rpm.

Diâmetro e curso: 76,5 mm X 75,6 mm. Taxa de compressão: 10:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços triangulares transversais, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira com eixo de torção.

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS, ESP e assistência de partida em aclives.

Carroceria: Hatch em monobloco com duas portas e quatro lugares. Com 3,95 metros de comprimento, 1,74 metro de largura, 1,41 metro de altura e 2,47 metros de distância entre-eixos. Oferece airbags duplos frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina de série.

Peso: 1.200 kg em ordem de marcha.

Capacidade do porta-malas: 270 litros.

Tanque de combustível: 45 litros.

Lançamento mundial: 2010.

Lançamento no Brasil: 2011.


Ponto a ponto

Desempenho – O fato do torque máximo de 20,4 kgfm estar disponível desde os 1.500 giros até os 4 mil giros se traduz de forma simples – pisou, o A1 acelera. E, vencida uma brevíssima inércia inicial, acelera forte. Quando é possível pisar fundo, o A1 avança com decisão e vigor. Conforme as marchas se sucedem – de forma quase imperceptível, graças à dupla embreagem –, o carro se mostra bom de estrada e sempre pronto para ultrapassagens rápidas. A possibilidade de acionamento manual das marchas através dos paddleshifts amplia ainda mais as possibilidades dinâmicas do compacto da Audi. Nota 9.

Estabilidade – No kartódromo de Aldeia da Serra, na cidade paulista de Jandira, foi possível acelerar o A1 em curvas de formas que não seriam nada recomendáveis em lugares que não dispusessem de boas áreas de escape. E na sinuosa estrada que liga o kartódromo à bucólica cidadezinha de Pirapora do Bom Jesus, foi possível avaliar o carro em circunstâncias normais, expostas ao trânsito convencional. Nos dois ambientes, o A1 surpreendeu positivamente. É um compacto muito equilibrado em retas e em curvas. Quando foi necessário frear de forma mais vigorosa, o carro se manteve sob controle. Nota 9.

Interatividade – Os comandos são bem posicionados e estão ao alcance do motorista. A posição de dirigir é boa e os bancos dianteiros, apesar de não teram regulagens elétricas, acomodam bem os passageiros da frente. O painel de instrumentos é eficiente e de fácil visualização. O volante tem botões que acionam o rádio e permitem acesso aos dados do computador de bordo. Os paddleshifts no volante para acionamento das marchas são funcionais e permitem maior interatividade com o propulsor. Nota 8.

Consumo – A Audi fala em consumo combinado cidade/estrada de espetaculares 18,8 km/l. Mas o modelo testado em circuito rodoviário de aproximadamente 70 km entre Jandira e Bom Jesus do Pirapora aparentemente não foi avisado das propostas da marca. Seu computador de bordo indicava, ao término de um teste predominantemente rodoviário, uma média bem “mediana” de 10,5 km/h. Nota 7.

Tecnologia – Trata-se de um compacto bastante moderno e incorpora várias tecnologias apresentadas nos modelos maiores da Audi. De série, o A1 traz ar condicionado, faróis bi-xênonio com ajuste automático de altura e luzes diurnas em leds, faróis de neblina, volante multifuncional com “borboletas” de acionamento do câmbio, CD player com Bluetooth e conectável com celulares e iPads, tela de configurações de 6,5 polegadas, airbags frontal, lateral e de cabeça, assistente de partida em aclives, ESP/ABS, computador de bordo e rodas aro 16 com pneus 215/45 R 16. O GPS, que é opcional, num veículo dessa faixa de preços bem que poderia ser de série, assim como o sensor de obstáculos traseiro. Nota 8. Conforto – O espaço interno é bem correto para dois adultos. Viajar no banco traseiro, onde só há dois lugares, não é confortável para quem tem acima de 1,75 m. O teto baixo e uma protuberância acolchoada que fica junto à parte interna da coluna traseira reduzem o espaço disponível para a cabeça de quem senta ali. O isolamento acústico é de boa qualidade e a suspensão absorve bem os buracos e solavancos. Nota 8.

Habitabilidade – O acesso é um pouco dificultado pela baixa estatura do carro. As portas têm bom vão de abertura e chegar aos bancos da frente não é difícil, mas aos bancos de trás é bem complicado e requer um certo “jogo de cintura”. O porta-malas de 270 litros tem piso baixo e bom acesso. Na frente, os porta-objetos são abundantes e funcionais. Nota 7.

Acabamento – Os materiais usados nos revestimentos são superiores ao da maioria dos automóveis na faixa dos R$ 90 mil. O couro do volante esportivo é macio e todo o painel tem acabamento acolchoado. Os bancos, revestidos em tecido, também são de bom nível. Tudo a bordo aparenta qualidade e os encaixes e costuras não deixam nada a desejar em relação ao padrão da Audi. Nota 9.

Design – Embora suas dimensões sejam bem próximas às de um Gol, não há risco de ninguém achar que o A1 é um carro “comum”, fora da categoria de veículos de luxo. Os designers da Audi foram bastante felizes na concepção do compacto da marca. Por dentro, o estilo é elegante e transmite a sensação de requinte que se espera de um Audi. Nota 8.

Custo/benefício – Um hatch compacto com preço inicial de R$ 89.900 está longe de ser barato. Nessa faixa de preços há ótimas opções de vários tipos de automóvel confortáveis e bem maiores – para quem não faz questão de ter um carro de luxo. Mas essas pessoas não são o foco do A1. Dentro do segmento de luxo e com todo o requinte, exclusivismo e tecnologia que oferece, o pequeno hatch da Audi é um automóvel competitivo. No Brasil, seu principal concorrente é o Mini Cooper, que em versão 1.6 automática com a mesma potência de 122 cv sai por R$ 96.950 Nota 7.

Total – O Audi A1 1.4 TFSI somou 80 pontos em 100 possíveis.


Primeiras impressões

Pequeno grande carro

Aldeia da Serra/SP - Ao primeiro olhar, antes mesmo de entrar, já fica claro. Apesar de pequeno, o A1 pertence à categoria do que as pessoas na rua costuma chamar de “carrões” e os profissionais de marketing preferem denominar pomposamente de “premium”. Por dentro, o acabamento é coerente com o que se espera de um Audi, com “sinais exteriores de qualidade” por todo o lado. Mas, além da concepção estética, para que o A1 pudesse cumprir sua proposta mercadológica era fundamental que o desempenho dinâmico também fosse bem diferente dos compactos convencionais. E isso o A1 consegue.

De cara, logo ao sair da inércia, já impressiona a boa disposição do modelo, que acelera de forma determinada. Nas primeiras curvas, a surpresa aumenta. O A1 exibe um equilíbrio dinâmico singular para um modelo de seu porte. Mesmo nas curva feitas em alta velocidade, o carro aderna pouco e não transmite ao motorista qualquer sensação de instabilidade. O que causa o “efeito colateral” de estimular a ousadia do piloto. Mas, felizmente, o A1 testado não vacilou em momento algum.

Nas retas, os 122 cv de potência e os 22,4 kgfm de torque se mostram mais que suficientes para conferir aparente leveza e elegância dinâmica aos 1.200 quilos do A1. O carro acelera de forma resoluta e permite ultrapassagens de forma harmônica, com reduzido nível de estresse para o motorista. As frenagens também são executadas de forma precisa e absolutamente controlada, sem sustos.

No conjunto, trata-se de um compacto com um nível de “qualidade de vida” a bordo realmente incomum. Ótimo para duas pessoas, mas nem tão bom para os eventuais passageiros dos banco de trás, principalmente os de altura acima de 1,75 m. O teto baixo na traseira pode ocasionar algumas “turras” quando ocorrem irregularidades na pista. Mas a proposta dos dois lugares traseiros certamente não combina com adultos e longas viagens. Para trechos curtos e para crianças, funciona bem, embora o acesso aos bancos de trás seja um tanto difícil. De qualquer forma, o A1 mostra que é possível incorporar aos segmento de compactos boa parte da tecnologia automotiva disponível para os “carrões”.


por Luiz Humberto Monteiro Pereira
Auto Press

sexta-feira, 1 de abril de 2011

AUDI A7 SPORTBACK - R$ 323.900

O Audi A7 Sportback foi apresentado essa semana aqui no Brasil, e será lançado oficialmente entre abril e maio, por R$ 323.900.

Este grande sedã tem motor 3.0 TSI de 300 cavalos e 45 kgfm de torque, vai de 0 a 100 em 5,6 segundos e a máxima é limitada a 250 km/h. Quer mais o que?